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Lei 10.406/2002 · PARTE ESPECIAL › LIVRO V — DO DIREITO DAS SUCESSÕES › TITULO III — DA SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA › CAPÍTULO III — DAS FORMAS ORDINÁRIAS DO TESTAMENTO › Seção II — Do Testamento Público

Art. 1.867 da Lei 10.406/2002

Ao cego só se permite o testamento público, que lhe será lido, em voz alta, duas vezes, uma pelo tabelião ou por seu substituto legal, e a outra por uma das testemunhas, designada pelo testador, fazendo-se de tudo circunstanciada menção no testamento.

Entenda o Art. 1.867

O cego só pode fazer testamento público, que deve ser lido em voz alta duas vezes: uma pelo tabelião ou seu substituto legal e outra por uma testemunha designada pelo testador, com menção circunstanciada no testamento.

O que mais cai na prova

  • Ao cego só se permite o testamento público.
  • Duas leituras em voz alta.
  • Uma leitura pelo tabelião ou substituto legal e outra por testemunha designada pelo testador.
  • Faz-se menção circunstanciada de tudo no testamento.
Pegadinha comum

Dizer que o cego pode fazer testamento cerrado ou particular, ou que a leitura é feita só uma vez.

Na prática

O cego vai ao tabelionato. O testamento público é lido duas vezes, uma pelo tabelião e outra por uma testemunha escolhida por ele.

Comentário didático da equipe Aprova na Prova, feito com apoio de inteligência artificial a partir do texto oficial acima. Em caso de dúvida, vale sempre o texto da lei.

Questões de concurso sobre o Art. 1.867

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Fonte: Normas.leg.br (Senado Federal e Câmara dos Deputados), licença CC BY 4.0. Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União.