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Lei 10.406/2002 · PARTE ESPECIAL › LIVRO I — DO DIREITO DAS OBRIGAÇÕES › TÍTULO V — DOS CONTRATOS EM GERAL › CAPÍTULO I — DISPOSIÇÕES GERAIS › Seção VII — Dos Contratos Aleatórios

Art. 458 da Lei 10.406/2002

Se o contrato for aleatório, por dizer respeito a coisas ou fatos futuros, cujo risco de não virem a existir um dos contratantes assuma, terá o outro direito de receber integralmente o que lhe foi prometido, desde que de sua parte não tenha havido dolo ou culpa, ainda que nada do avençado venha a existir.

Entenda o Art. 458

Em contrato aleatório sobre coisas ou fatos futuros em que um assume o risco de nada existir, o outro tem direito de receber tudo o que foi prometido, mesmo que nada venha a existir, desde que não tenha agido com dolo ou culpa.

O que mais cai na prova

  • Vale para contrato aleatório sobre coisas ou fatos futuros.
  • Um dos contratantes assume o risco de a coisa não existir.
  • O outro recebe integralmente, desde que sem dolo ou culpa de sua parte.
Pegadinha comum

A banca diz que o contratante perde o direito se nada existir; o texto garante o recebimento integral, salvo dolo ou culpa dele.

Na prática

O pescador vende a rede de pesca do dia ao comprador, que assume o risco. Mesmo que não pesque nada, o pescador recebe o preço, se não teve culpa.

Comentário didático da equipe Aprova na Prova, feito com apoio de inteligência artificial a partir do texto oficial acima. Em caso de dúvida, vale sempre o texto da lei.

Questões de concurso sobre o Art. 458

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Fonte: Normas.leg.br (Senado Federal e Câmara dos Deputados), licença CC BY 4.0. Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União.