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Cebraspe 2020

Departamento Penitenciário Nacional

Cargo 4 · 90 questões · 4 anulada(s)

Disciplinas (desmarque para filtrar)
  • Q1–10 10
  • Q11–11 1
  • Q12–90 13
  • Q15–86 52
  • Q20–39 2
  • Q22–22 1
  • Q24–30 7
  • Q44–87 2
  • Q69–69 1
  • Q75–75 1

Modo estudo

Questão por questão, correção imediata.

Modo simulado

Resultado só no final, com tempo.

Tempo min

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Questões desta prova

5 das 90 questões, como caíram na prova. O gabarito e a explicação ficam na plataforma.

Questão 11 Redação Oficial
Texto de apoio: Texto CB1A1-I
Texto CB1A1-I O número inferior de mulheres criminosas e a desconsideração do feminino fizeram com que há muito a criminalidade feminina fosse incorporada aos estudos da criminalidade masculina, processo este que resultou em total desprezo pelas poucas pesquisas acerca das mulheres em situação de encarceramento. Essa realidade se deve principalmente ao fato de que a criminologia nasceu de um discurso proferido por homens, para homens e sobre mulheres. Assim, produziu-se invariavelmente o que a criminologia crítica feminista denominou como dupla violência contra a mulher, pois, desde o seu surgimento, agrediu as mulheres e o sistema de relações de que ela fazia parte. O livro Mulheres na Prisão: um estudo qualititativo , escrito por três pesquisadoras, faz uma imersão corajosa nos submundos das prisões femininas e provoca nosso olhar para as mazelas da vida na prisão, em que o gênero é marcador central da realidade sombria a que estão submetidas as mulheres presas. No entanto, não se limita a estas experiências e transborda os muros do cárcere. Mais que um texto voltado a dar visibilidade às questões referentes ao aprisionamento feminino, as autoras constroem um estudo que apresenta experiências concretas e apontam saídas a partir de propostas de políticas públicas que garantam a atenção aos direitos humanos ou que apontem possibilidades reais de projetos de vida fora da prisão. Naiara C. Silva. Mulheres na prisão : uma imersão aos submundos do encarceramento feminino. In : Pretextos - Revista da Graduação em Psicologia da PUC Minas , v. 3, n. 6, jul./dez. 2018. (com adaptações).
Considerando o texto CB1A1-I e a redação oficial, nos termos do Manual de Redação da Presidência da República , julgue o item a seguir.

O primeiro parágrafo do texto poderia ser corretamente utilizado como introdução de ofício cujo conteúdo fosse a apresentação de bibliografia sobre o encarceramento feminino.
CertoErrado
Questão 25 Direito Administrativo
Texto de apoio: Texto CB1A1-I
Texto CB1A1-I O número inferior de mulheres criminosas e a desconsideração do feminino fizeram com que há muito a criminalidade feminina fosse incorporada aos estudos da criminalidade masculina, processo este que resultou em total desprezo pelas poucas pesquisas acerca das mulheres em situação de encarceramento. Essa realidade se deve principalmente ao fato de que a criminologia nasceu de um discurso proferido por homens, para homens e sobre mulheres. Assim, produziu-se invariavelmente o que a criminologia crítica feminista denominou como dupla violência contra a mulher, pois, desde o seu surgimento, agrediu as mulheres e o sistema de relações de que ela fazia parte. O livro Mulheres na Prisão: um estudo qualititativo , escrito por três pesquisadoras, faz uma imersão corajosa nos submundos das prisões femininas e provoca nosso olhar para as mazelas da vida na prisão, em que o gênero é marcador central da realidade sombria a que estão submetidas as mulheres presas. No entanto, não se limita a estas experiências e transborda os muros do cárcere. Mais que um texto voltado a dar visibilidade às questões referentes ao aprisionamento feminino, as autoras constroem um estudo que apresenta experiências concretas e apontam saídas a partir de propostas de políticas públicas que garantam a atenção aos direitos humanos ou que apontem possibilidades reais de projetos de vida fora da prisão. Naiara C. Silva. Mulheres na prisão : uma imersão aos submundos do encarceramento feminino. In : Pretextos - Revista da Graduação em Psicologia da PUC Minas , v. 3, n. 6, jul./dez. 2018. (com adaptações).
A respeito da administração pública, dos servidores públicos da União e dos contratos e convênios celebrados pela União, julgue os itens a seguir.

Considere que Guilherme, servidor estável em cargo por ele anteriormente ocupado, não tenha sido aprovado no estágio probatório do cargo público que ocupa atualmente. Nessa situação hipotética, Guilherme deverá ser reintegrado no cargo anteriormente ocupado.
CertoErrado
Ver mais 3 questões
Questão 46
Texto de apoio: Espaço livre
Espaço livre -- CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS -Um paciente, de 35 anos de idade, procurou serviço odontológico devido a um desconforto na região da orofaringe durante a fala, o qual aumentava quando da realização de refeições. Para identificar o possível fator causal relacionado aos sintomas relatados pelo paciente, o profissional, após anamnese, iniciou uma inspeção em toda área.
Considerando que o biofilme bacteriano, microssistema ecológico existente nas superfícies bucais, é um dos principais fatores etiológicos para o desenvolvimento da cárie dental, julgue os itens subsequentes.

Um dos fatores determinantes da forte prevalência do grupo mutans na organização desses microssistemas bacterianos se deve a acidotolerância decorrente do elevado nível de ATPase produzida por essa espécie, a qual funciona capturando prótons (H + ) citoplasmáticos e mantém um pH no intracelular mais ácido, incrementando a atividade glicolítica.
CertoErrado
Questão 14 Ética e Direitos Humanos
Texto de apoio: Texto CB1A1-I
Texto CB1A1-I O número inferior de mulheres criminosas e a desconsideração do feminino fizeram com que há muito a criminalidade feminina fosse incorporada aos estudos da criminalidade masculina, processo este que resultou em total desprezo pelas poucas pesquisas acerca das mulheres em situação de encarceramento. Essa realidade se deve principalmente ao fato de que a criminologia nasceu de um discurso proferido por homens, para homens e sobre mulheres. Assim, produziu-se invariavelmente o que a criminologia crítica feminista denominou como dupla violência contra a mulher, pois, desde o seu surgimento, agrediu as mulheres e o sistema de relações de que ela fazia parte. O livro Mulheres na Prisão: um estudo qualititativo , escrito por três pesquisadoras, faz uma imersão corajosa nos submundos das prisões femininas e provoca nosso olhar para as mazelas da vida na prisão, em que o gênero é marcador central da realidade sombria a que estão submetidas as mulheres presas. No entanto, não se limita a estas experiências e transborda os muros do cárcere. Mais que um texto voltado a dar visibilidade às questões referentes ao aprisionamento feminino, as autoras constroem um estudo que apresenta experiências concretas e apontam saídas a partir de propostas de políticas públicas que garantam a atenção aos direitos humanos ou que apontem possibilidades reais de projetos de vida fora da prisão. Naiara C. Silva. Mulheres na prisão : uma imersão aos submundos do encarceramento feminino. In : Pretextos - Revista da Graduação em Psicologia da PUC Minas , v. 3, n. 6, jul./dez. 2018. (com adaptações).
Julgue os itens a seguir, relacionados a ética, moral, princípios e valores.

Os valores éticos de determinada sociedade são independentes da tradição.
CertoErrado
Questão 9 Língua Portuguesa
Texto de apoio: Texto CB1A1-I
Texto CB1A1-I O número inferior de mulheres criminosas e a desconsideração do feminino fizeram com que há muito a criminalidade feminina fosse incorporada aos estudos da criminalidade masculina, processo este que resultou em total desprezo pelas poucas pesquisas acerca das mulheres em situação de encarceramento. Essa realidade se deve principalmente ao fato de que a criminologia nasceu de um discurso proferido por homens, para homens e sobre mulheres. Assim, produziu-se invariavelmente o que a criminologia crítica feminista denominou como dupla violência contra a mulher, pois, desde o seu surgimento, agrediu as mulheres e o sistema de relações de que ela fazia parte. O livro Mulheres na Prisão: um estudo qualititativo , escrito por três pesquisadoras, faz uma imersão corajosa nos submundos das prisões femininas e provoca nosso olhar para as mazelas da vida na prisão, em que o gênero é marcador central da realidade sombria a que estão submetidas as mulheres presas. No entanto, não se limita a estas experiências e transborda os muros do cárcere. Mais que um texto voltado a dar visibilidade às questões referentes ao aprisionamento feminino, as autoras constroem um estudo que apresenta experiências concretas e apontam saídas a partir de propostas de políticas públicas que garantam a atenção aos direitos humanos ou que apontem possibilidades reais de projetos de vida fora da prisão. Naiara C. Silva. Mulheres na prisão : uma imersão aos submundos do encarceramento feminino. In : Pretextos - Revista da Graduação em Psicologia da PUC Minas , v. 3, n. 6, jul./dez. 2018. (com adaptações).
No que se refere às ideias e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue os seguintes itens.

Feitos os devidos ajustes de letras maiúsculas e minúsculas, o ponto-final empregado logo após “cárcere”, no penúltimo período do texto, poderia ser substituído pelo sinal de doispontos sem prejuízo da correção e dos sentidos do texto, visto que o último período do texto explica a declaração feita no período que imediatamente o antecede.
CertoErrado