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Lei 10.406/2002 · PARTE ESPECIAL › LIVRO I — DO DIREITO DAS OBRIGAÇÕES › TÍTULO VII — DOS ATOS UNILATERAIS › CAPÍTULO II — DA GESTÃO DE NEGÓCIOS

Art. 875 da Lei 10.406/2002

Se os negócios alheios forem conexos ao do gestor, de tal arte que se não possam gerir separadamente, haver-se-á o gestor por sócio daquele cujos interesses agenciar de envolta com os seus.

Parágrafo único. No caso deste artigo, aquele em cujo benefício interveio o gestor só é obrigado na razão das vantagens que lograr.

Entenda o Art. 875

Quando os negócios alheios estão tão ligados aos do gestor que não podem ser geridos separadamente, o gestor é tratado como sócio daquele cujos interesses administrou junto com os seus. O beneficiado só responde na medida das vantagens que obtiver.

O que mais cai na prova

  • Requisito: negócios conexos que não podem ser geridos separadamente.
  • O gestor é havido como sócio.
  • O beneficiado só se obriga na razão das vantagens que lograr.
Pegadinha comum

A banca diz que o beneficiado responde integralmente pelas despesas. O texto limita a obrigação às vantagens que ele obteve.

Na prática

O gestor cuida do muro divisório que serve também ao terreno do vizinho ausente. Ele é tratado como sócio, e o vizinho responde só até o benefício que teve.

Comentário didático da equipe Aprova na Prova, feito com apoio de inteligência artificial a partir do texto oficial acima. Em caso de dúvida, vale sempre o texto da lei.

Questões de concurso sobre o Art. 875

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Fonte: Normas.leg.br (Senado Federal e Câmara dos Deputados), licença CC BY 4.0. Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União.